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e primeira leitora

deste livro

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Parte I

Captítulo I: Perdidos em alto mar

Era uma vez... Numa pequena cidade do litoral do Brasil...

... Nela viviam um garotinho chamado Augusto, sua irmã, Anastácia, e seus pais, João e Maria. A mãe e o pai eram muito trabalhadores: ela ocupava-se o dia inteiro numa fábrica de costura; vaidosa, esbelta, de cintura bem torneada, qualquer roupa que vestisse lhe caia bem e destacava aquela silhueta esquia, de busto arredondado e atraente. Rosto delicado, contornos suaves e nariz pequeno destacavam seus também pequenos olhos, quais duas pérolas negras em meio àquela face singela. Não descuidava de seus belos fios castanhos, sempre aparados no corte chanel. Tinha estatura mediana.

Ele era um comerciante de frutas e verduras. Face esguia, olhos castanhos claros, olhar cativante, cabelos bem curtos, quase ao estilo militar, destacavam sua barba negra bem aparada. Não tinha grande estatura, nem corpo robusto; ao contrário, suas compleições franzinas eram compensadas por um corpo bem esculpido e musculoso.

Anastácia e Augusto iam à escola pela manhã; ao voltarem, permaneciam a tarde inteira sustentando suas mentes com os livros da biblioteca da escola, mas, antes, faziam todas as tarefas. Quando sobrava tempo, punham-se, no final da tarde, a contemplar o mar a quebrar na praia. Essa era a rotina das crianças.

Menina educada e adorável, extrovertida e fácil de fazer amizades, Anastácia lembrava algumas mulheres escandinavas, não na frieza de comportamento, mas no porte físico. Tanto que o pai a chamava de Friga, a deusa da beleza nórdica. De corpo esguio e alta estatura para sua idade, era dona de um

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