José Manuel Marques Pinto

Biography

José Manuel Marques Pinto, nasceu em Luanda, Angola a 17 de Maio de 1975, tendo vindo para Portugal, praticamente, logo após o seu nascimento, instalando-se nos primeiros meses, no Concelho de Mação, distrito de Santarém, de onde a sua mãe é natural, mudando-se definitivamente para o norte do país, numa freguesia chamada Abragão, concelho de Penafiel, em Outubro de 1975, terra onde o seu pai é natural.

Nessa terra, aprendeu a ler e a escrever na Escola Primária de Miragaia, passando a estudar na cidade de Penafiel entre Outubro de 1986 até Julho de 1995, altura em que acabou o ensino secundário.

Ingressou no ensino superior em Setembro de 1996, no curso de Engenharia Fisica da Universidade de Aveiro. Devido a muitos factores, inclusivé o insucesso escolar e a incapacidade financeira, foi "obrigado" a suspender os estudos, numa primeira fase, em Julho de 1999, tendo deixado os estudos de um modo definitivo em 2001, onde já trabalhava na empresa onde actualmente exerce funções.

Entre Julho de 1999 e Janeiro de 2000, trabalha no bar do Centro Social de Abragão. Em Fevereiro de 2000, é admitido numa empresa de produtos hospitalares, em Penafiel, na secção da contabilidade, passando a exercer as funções de responsável pela manutenção, conservação e limpeza da mesma empresa em Janeiro de 2007. Cargo que mantem até hoje.

Casou-se em Junho de 2001, com Fátima Teixeira, vivendo ambos até 2005 em Abragão, mudando-se depois para uma casa que comprou na freguesia vizinha de Luzim, do mesmo concelho de Penafiel.

Books

Poemas e Frases - Vive-se o que a Vida deixa Viver
Price: $3.75 USD. Words: 52,510. Language: Portuguese. Published: March 2, 2015 by Chiado Editora. Categories: Fiction » Poetry » Portuguese poetry
Seguirei na rota da minha canção, a minha voz rouca, ferida de tanto frio, ouvirá o som da minha calma, sem mágoas, sem tristezas, só com ternuras. Seguirei na rota da minha paixão, o meu coração cansado, quente de tanto bater, parará ao toque da minha alma, sem tréguas, sem mazelas, só com a solidão.

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