Lili

  • Series: Lili, Book 1
Rated 0/5 based on 1 reviews
Lili acordou a gritar com um pesadelo horrível. Sonhou com um homem alto muito baixo que tinha tanto de gordo como de magro. Lili chamou-lhe o Homem Que Muda. No pesadelo, aparecia-lhe cego, mas olhava-a nos olhos. Era mudo, mas falava. Dizia sempre a mesma coisa: não desças à cave. More

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  • Series: Lili, Book 1
Words: 9,590
Language: Portuguese
ISBN: 9781301572076
About Manuel Alves

MANUEL ALVES escreve palavras e desenha desenhos (o que esclarece completamente tudo o que precisa de ser completamente esclarecido). Algumas palavras juntam-se em muitas, muitas, muitas linhas de romances para crescidos (mais ou menos), como A CATIVA, A INVENÇÃO DE UM CONTO DE FADAS e TERRA FRIA. E outras palavras juntam-se a desenhos em histórias como as da LILI, para menos crescidos (e também para mais crescidos… basicamente para toda a gente). Nascido em Portugal, MANUEL ALVES tem a idade que pode ser calculada a partir da data de nascimento e é (aparentemente) humano, mas vive a maior parte do tempo afastado da civilização, num daqueles lugares místicos aos quais as pessoas costumam chamar carinhosamente cú de judas (de onde saem os arco-íris).

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I’m the Master of the Universe currently taking a leave of absence.

I know all there is to know about small seemingly imperceptible things. For instance, like this one. Can you see it?

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Reviews

Review by: Ana Pereira on July 18, 2013 : (no rating)
Lili já não é criança mas ainda não adolesceu. É um limbo entre o sonho e a realidade, aquele sítio onde é mais fácil lidar com o medo. Uma história para crianças e ainda mais para adultos que têm réstia de criança.

Ilustrações sugestivas lembram gravuras dos livros antigos, num traço fluído, a deixar espaço para a imaginação espreitar e até talvez, procurar o que escondem.

Personagens do sonho, boas e más, convivem com a realidade na imaginação de uma menina e na história que está a ser escrita. Vozes de especiarias convidam a um cacau reconfortante, e por que não juntar um sapo que não é príncipe, canecas com personalidade e pufes amarelos velhinhos?

Enquanto isso, pode-se sempre visitar os sótãos e as caves da memória e tirar esqueletos do armário. O tempo molda a perspetiva dos acontecimentos, empoeira as coisas más e potencia as boas. Pode muito bem ser o ponto de partida para uma viagem onírica, com reflexos na realidade.

A minha sugestão: acompanhar a leitura com o cacau polvilhado de canela e uma pitada de pimenta bem moída. E raspas de chocolate negro por cima! Fechar os olhos e...
(review of free book)

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